Sumiu, a menina. Enquanto sua alma flutuava, percorrendo algum lugar desconhecido em si mesma, seu corpo se deliciava, seus prazeres lhe jorravam. Gemidos. Sussurros podres lhe saíam à boca. Seus toques aumentavam, os olhos já virados. Estava encharcada no próprio gozo. A luxúria era tamanha, somente desejava à si mesma, suas mãos lhe roçando a pele, a carne. Fechou os olhos - Se deliciava, podia sentir o prazer lhe escorrendo às pernas, lhe fugindo aos dedos.
Sumiu, a menina.
Das cartas não-escritas, que o vento semeia depois
-
Nunca foi dito, mas sempre foi verdade:
o que um dia é erro, se aprende a transformar depois. O pior é fugir do
mesmo e ficar doendo
- mesmo sem perceber, ...
1 dia atrás

1 dizeres:
O momento mais sublime do auto-conhecimento.
Lindo!
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