E daqueles sonhos soltos de que já havia se esquecido veio à mente um em especial. Vermelho sangue - brilhando, escorrendo. Ela o limpava, fazendo tudo aquilo se ir. Mas agora era diferente. O sangue agora provocado por quem antes o limpava. Mas o prazer existia, resistia. Estava vivo, ali. Eram toques sem ritmo que a enlouquecia, com toda aquela vibração... Aquelas mãos... Doces, selvagens. E, no final, acabava apenas para uma.
- Fique. - A outra implorava.
- Já disse que não me exijas nada.
- Quando voltarás? Voltarás, não é, meu amor?
Mas ela já havia se retirado dali. De corpo inteiro, talvez não de alma. Sempre a desejaria, àquela moça. Mas o uso de correntes nunca a agradara.
E, no chão, a flor murchava, derrotada.
50 anos de Incrível Hulk
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Em maio de 1962 Stan Lee criou para Marvel um Gigante Verde ou Gigante
Esmeralda. O sucesso foi imediato e gerações e gerações acompanham
a trajetória ...
6 dias atrás

3 dizeres:
Na água tudo se perde
Lavas do rosto a desventura
Uma lágrima é simples gota
Perdida do mar da ternura
Bom feriado
Doce beijo
Uau! Sexo selvagem? =)
Beijocas.
Mas é que o amor é os dois... ora doce e suave, ora amargo e árido como a mais crua das formas geométricas....
"Uau!" ao quadrado... que correntes vermelhas são essas hein!
Beijos!
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